domingo, 31 de janeiro de 2016

Freddie, amigo + leal, generoso q. tive diz Peter Freenston

(Fonte: queenbrazil facebook - 28 janeiro 2016)
  Entrevista de Peter Freeston, para swissinfo.ch, - dez 2011
Ele foi assistente pessoal de Freddie Mercury por 12 anos

O jornal sswissiinf.ch encontrou com Peter Freestone em um bar na cidade de Montreux, às margens do lago Léman. "Ouça a musica, diz indica uma caixa de som no bar. Pode apostar, é uma música do Queen." Ele viu mais de 300 concertos do Queen e diz o mais incrível foi em São Paulo.

Vinte anos atrás, o mundo da música perdia uma das figuras mais extravagantes e talentosas da histórica do rock. Há 20 anos, Peter Freestone perdia um grande amigo, ainda hoje recorda com afeto e emoção. Durante 12 anos, Peter Freestone viveu ao lado de Freddie Mercury, 24 horas por dia, 365 dias por ano, até o momento de sua morte. Foi assistente, cozinheiro, motorista e amigo fiel da voz do Queen. "Freddie era astro, vivia só para ele", diz com modéstia aquele que assistiu os concertos no mundo inteiro e frequentou grandes nomes da música, de Michael Jackson a David Bowie.

swissinfo.ch: Como se faz para ser assistente pessoal de um astro?Peter Freestone: Encontrei esse trabalho no momento certo, em 1979. Eu era mestre do guarda-roupa da Opera Real de Londres e Freddie foi convidado para um evento beneficente. Depois de vê-lo cantar Crazy little thing called love e Bohemian Rhapsody fui cumprimentá-lo e ele elogiou meu trabalho. Duas ou três semanas depois, o empresário do Queen me chamou perguntando se eu podia cuidar dos figurinos de uma turnê pela Inglaterra. Fiz isso no primeiro ano, depois Freddie me convidou para trabalhar na casa dele em Londres. Em 12 anos de trabalho, nunca assinamos um contrato.

swissinfo.ch: O que o senhor fazia?P. F.Atendia telefone, recebia visitas, fazia compras, pagava  contas, cozinhava, lavava roupa. Fazia tudo para que Freddie pudesse se concentrar exclusivamente em sua música.

swissinfo.ch: E o pagamento?P. F.: Em torno de 6 mil libras por ano. Mas eu não gastava nada. Quem gastava era Freddie. Então meu salário seria de 25 mil libras. Férias praticamente não tinha. Acompanhava Freddie nas férias dele, mas eu sempre tinha o que fazer. Uma vez perguntei se podia sair duas semanas e ele me respondeu: "Mas acabamos de voltar das férias!" (risos).

swissinfo.ch: Freddie era amigo mas o senhor trabalhava para ele. Como encontrar um equilíbrio?P. F.: Minha relação com Freddie dependia muito das circunstâncias. Mudava continuamente, de profissional a uma relação de pura amizade. Hoje ele brigava comigo, não porque tinha feito algo errado, mas simplesmente porque precisava desabafar. Ele sabia que eu o compreendia. Sempre pedia minha opinião, mas depois fazia como passava pela cabeça dele. (risos). Com Freddie imperavam os valores da amizade. Para mim foi o amigo mais leal, generoso e gentil que eu conheci. Fomos até juntos estudar em um convento na Índia. Eu aprendi muito com ele.

swissinfo.ch: O Freddie “verdadeiro” era muito diferente do superastro dos palcos?P. F.: Todos conhecem seu lado musical, o artista, os shows. Poucos sabem que Freddie era uma pessoa muito tímida, pacata. Adorava ficar na Garden Lodge, sua casa em Londres. Não importava a hora em que ia dormir, levantava sempre às nove da manhã. Tomava chá, se vestia como queria e brincava com os gatos, depois tratava dos peixes. Essas coisas o faziam extremamente feliz. Quando saia, às vezes trajava jeans, casaco de pele e óculos de sol. Nesse momento Freddie tornava-se o astro e se mostrava como os fãs queriam ver. Adorava rir. Em público fechava a boca porque tinha vergonha de seus dentes. Nunca tratou porque tinha medo de prejudicar a voz. Em casa, às vezes compensava: ria muito, sem vergonha.

swissinfo.ch: Fale dos concertos. Quantos viu?P. F.: Na plateia, só dois. Nos bastidores pelos menos 300. O mais incrível foi em São Paulo, no Brasil. Havia 139 mil pessoas. Não sei descrever, mas era uma atmosfera excepcional, única. Freddie se apresentou duas vezes em Montreux, no Festival Rosa de Ouro. Por exigência da televisão teve de cantar em playback, coisa que ele detestava. No festival de San Remo também ocorreu isso. Foram somente essas duas vezes que ele cantou em playback. Antes de entrar no palco, bebia sempre um chá de limão com mel. Não sei se ele realmente precisava. Depois do concerto tinha que sair e era uma festa. Com toda a adrenalina que tinha não podia voltar para o hotel.

swissinfo.ch: Freddie vinha a Montreux para gravar. Quais são suas recordações? P. F.: A primeira vez foi em 1981. No Estúdio Mountain gravamos Under Pressure com David Bowie. Naquela época a Suíça era como um sonho, um lugar mítico onde todos queriam vir. Ainda hoje, ao ver os Alpes tenho uma sensação particular. As montanhas estão aqui há milhões de anos, mas a cada manhã parecem diferentes. Hoje milhões de fãs de todo o mundo vêm a Montreux para ver a estátua de Freddie. Quando vêm aqui são bombardeados de emoções. Para eles também é especial. Em Londres, onde era a casa dele, as emoções são menores.

swissinfo.ch: Como era o dia em Montreux? P. F.: Muito chato. Às duas da tarde entrávamos no estúdio de gravação. Todo dia. Às vezes Freddie ficava duas horas, outras até às quatro da manhã, conforme a inspiração. Enquanto eles gravavam eu esperava. Na cidade não tinha muito o que fazer, tinha no máximo um par de casas noturnas. Vinha-se a Montreux somente para trabalhar. Não dava tempo de fazer mais nada. Para ir do Palace Hotel ao estúdio tinha 500 metros, mas Freddie queria sempre ir de carro para não perder tempo. No início ele detestava a tranquilidade de Montreux. No final era justamente o que ele gostava. A serenidade do lugar o atraia nos últimos anos de vida.

swissinfo.ch: Como as coisas mudaram depois que Freddie anunciou que era soropositivo? P. F.: No começo, Freddie parou de sair. Depois continuou a fumar e a beber. Em outubro de 1989, o médico disse-lhe que morreria antes do Natal. Mas sua força de vontade o fez viver mais dois anos. Freddie sabia que nada podia fazer contra a doença. Era isso e pronto. Mas não abandonou e se concentrou a fundo na música, que era sua vida. Aliás, quando soube que estava doente (1987) fez The Miracle, Innuendo e Barcelona. Trabalhava mais que antes. Sabia que tinha o tempo contado e queria fazer o máximo. De minha parte, pensava ter suportado bem a morte de Freddie. Depois me dei conta que não era assim. Três anos depois escrevi um livro e foi uma terapia para mim: pude colocar para fora minha dor. Freddie me dizia sempre que se fosse escrito um livro sobre ele, devia contar as coisas brutas. No meu livro também falo de coisas negativas, das festas e das drogas. Não menti. E Freddie acreditava na sinceridade. Sinto falta dele. Por vezes penso na vida que levamos. Mas depois me digo que foi sorte viver 12 anos com ele. Freddie dizia sempre não pensar no passado.

Swissinfo.ch: o senhor deu muitas entrevistas depois da morte de Freddie. Já disse tudo? P. F.: Não. Há coisas que as pessoas não devem saber. Gosto de conversar com os fãs, mas há coisas que guardo para mim há anos. Quando me abordam respondo com prazer o que vi. Passei doze anos incríveis e tudo está gravado em minha mente.

sábado, 23 de janeiro de 2016

Filme: Esquadrão Suicída com Queen na trilha sonora

(fonte:aqueenofmagic.com) - Este 2016 será cheio de grandes filmes e aquele que luta bravamente para ser a maior bilheteria é "Esquadrão Suicida' do qual se tinha visto apenas pequenos avanços. Mas desta vez podemos apreciar melhor seus personagens com o primeiro trailer oficial.'Esquadrão Suicida', não só têm mais tempo, mas mostra em ação o grupo de vilões que será liderado pelo Coringa, interpretado por Jared Leto. Este novo trailer de 'Esquadrão Suicida' também tem a distinção de ter como música de fundo 'Bohemian Rhapsody' do 'Queen'. O lançamento do filme está previsto para agosto deste ano. Isso significa que, antes de 'Esquadrão Suicida' chega aos cinemas, 'Batman v Superman em: Dawn of Justice'.

 

Queen e Adam ganham o SSE live Award

(14 jan 2016 - aqueenofmagic.com) - Esse prêmio nasceu em outubro de 2015, dando aos fãs a oportunidade de votar para a performance favorita que eles assistiram na SSE Arena de Wembley em 2015. SSE Vivo Prémios provaram-se muito populares e receberam um total de 661.000 votos. Queen e Adam Lambert foram os vencedores claros com um resultado robusto de 299.000 votos, que representam uma significativa de 45% do total de votos.Brian May disse: "WOW. Inacreditável. Ótimo. Muito obrigado por um elogio maravilhoso.Estamos muito orgulhosos de ser a sua performance favorita do ano passado por esmagadora maioria. Estamos entusiasmados, grato e ... pronto para uma revanche! "Roger Taylor, acrescentou: "É fantástico que nós fizemos tantas pessoas felizes ... 300.000, obrigado!"Finalmente, Adam Lambert: "É uma honra ter jogado em Wembley com o Queen, e eu sou mais do que grato por isso."

As cinco apresentações que foram destacadas pelos eleitores: Queen + Adam Lambert // Nightwish // Zac Brown  // BandGurdas Maan //Os Janoskians

Os SSE Vivo prémios são patrocinados pela SSE - SSE é o patrocinador orgulhoso de Wembley Arena e, juntamente com sua carteira de clientes exclusivos da SSE, são uma nova adição emocionante para o mundo do entretenimento. O primeiro SSE ao vivo Award, foi ganho por Paolo Nutini por sua atuação na Hydro SSE Glasgow, e foi premiado em pessoa em novembro do ano passado nos SSE Scottish Music Awards.

Queen e Adam nos EUA será? Polonia confirmado

Resultado de imagem para adam lambert queen são pauloPolônia -  Queen e Adam  confirmaram + uma data para 2016. Eles estatarão na Polonia. Será domingo 19 de junho de 2016 em show de encerramento da 70a edição do Poland's Life Festival, em Oswiecim.
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Queen e Adam nos EUA - Circulam rumores de uma suposta nova turnê de Queen + Adam Lambert no verão de 2016 nos EUA ! Será mesmo? Não está nada confirmado, mas...

Na última 2af, dia 18 de jan, um DJ da Rádio Q104.3 FM de Nova York declarou ao vivo na rádio uma suposta turnê nesse verão 2016 EUA. Trata-se d e um suposto retorno dos shows de Queen + Adam Lambert no país esse ano. A banda já esteve lá em 2013 e 2014 com essa atual formação, a qual também teve o privilégio de voltar ao famoso Madison Square Garden em que havia tocado apenas com Freddie Mercury em 1978.

Embora sejam apenas rumores, torcemos para que a banda confirme isso, já que estão na ativa e confirmados para alguns shows na Europa, inclusive no Rock in Rio Lisboa.
Autoria do Post: Wesley Augusto Fonte: Adam Lambert TV ( retirado de Adam Lambert Brasil)

domingo, 17 de janeiro de 2016

Brian em novo livro 3D sobre moda secXIX

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( fonte: Brian May Brasil facebook) Jan 2016 - CRINOLINE, o mais novo livro de Brian May em 3D com imagens stereo relacionadas á moda do século XIX. Brian trabalhou em parceria com Denis Pellerin e trouxe muitas novidades. O lançamento do livro será em Abril. Publicado em capa dura, virá acompanhado do óculos visualizador 3D criado por Brian.
 
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De 16 de Abril de 2016 a 12 de Março de 2017 estará aberta uma exibição de peças antigas da moda, com ênfase nas roupas íntimas do século baseadas na moda de Crinoline, com o título de “Undressed: A Brief History of Underwear” e terá mais de 200 peças da vestimenta  do século XIX.“Nós, os autores deste livro decidimos que era apropriado reunir a moda do século XIX com as fotos estereoscópicas agora. Este livro explora em profundidade a história de Crinoline, conhecido como um desastre magnífico da moda.” (Brian May e Denis Pellerin)

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sábado, 16 de janeiro de 2016

25 anos do álbum Innuendo em 2016

Há 25 anos : Freddie Mercury olha fixamente para sua Mortalidade com o álbum Innuendo do Queen --- Ultimate classic rock -12/01/2016


Ao longo de 1989 e 1990, o Queen trabalhava afastado para seu 14o álbum de estúdio enquanto os fãs ansiosamente aguardavam o resultado final - sem saber na verdade que seria o último a ser lançado em vida por Freddie Mercury.

Mercury tinha sido perseguido por rumores sobre a sua alegada falta de saúde por anos, e eles só se intensificaram após o Queen decidir não fazer uma turnê em apoio do seu mais recente lançamento de 1989 o The Miracle. Mas a banda sempre desconsiderou esses relatórios com os tablóides, pois Mercury sempre tinha sido um performer privado que raramente interagiam com os meios de comunicação de qualquer maneira. Tanto quanto os fãs sabiam, a ausência do grupo do palco,e os atrasos que antecederam o lançamento de seu próximo álbum - não era nada para se preocupar.

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Mas, nos bastidores, Freddie estava lutando por sua vida. Diagnosticado com AIDS, em 1987, ele tinha lutado com a sua condição particular durante anos. Inicialmente não compartilhara essa notícia com seus companheiros de banda. Como guitarrista Brian May mais tarde declarou, isso não aconteceu até depois do lançamento do Miracle, ai eles realmente entenderam o que estava acontecendo.

"Aos poucos, eu suponho que no ano anterio, tornou-se óbvio que o problema era, pelo menos, bastante óbvio - nós ainda não sabiamos com certeza. Ele era uma pessoa muito reservada ", disse May. "E então, finalmente, apenas alguns meses antes, ele se sentou e conversou com a gente sobre isso, e foi a partir desse ponto que tudo foi abertamente falado entre nós. Mas nós ainda não mencionamos uma palavra a ninguém, nem mesmo ás nossas famílias, o que foi muito difícil. Quando seus amigos te olham nos olhos e dizem: 'O que há de errado? ", E você diz," Nada ", foi muito difícil. Por isso, foi uma grande tensão. Ele com isso, fez algo terrível para nossos cérebros.

No meio de toda esta agitação, os membros da banda procuraram um pouco de paz ao rumarem para a Moutain Studios em Montreux, onde o ambiente isolado lhes permitiu trabalhar em novas músicas sem se preocupar com os paparazzi perseguindo Mercury. Como eles tinham o The Miracle, eles optaram por creditar que cada composição para a banda como um todo, ajudaria a manter o ego fora do processo nas seleções das faixas. Embora a saúde de Mercury estava em declínio e minava-se suas forças, ele se recusou a reduzir as demandas vocais do novo material, escavando profundamente para entregar alguns de seus melhores trabalhos durante as sessões. Infelizmente, não se tinha como matar e afastar as fofocas em torno condição de Mercury, especialmente após a banda se apresentar para receber o Brit Awards em 18 de fevereiro de 1990. O frontman dinâmico, visivelmente magro, ficou para trás, enquanto May falou em nome do grupo e ele, só podendo inclinar-se para o microfone, pouco antes de deixar o palco para dizer "obrigado ... boa noite." Isso viria a ser sua última aparição pública.

Talvez apropriadamente, o grupo decidiu chamar o novo álbum Innuendo. Inicialmente previsto para lançamento no quarto trimestre de 1990, teve de ser adiado para o ano seguinte, chegando finalmente em 5 de fevereiro de 1991. Com a faixa (mesmo nome dado ao álbum) que também serviu como single, o Queen abriu o álbum com um desafiante tour de force - com um convidado:a guitarra flamenco do veterano Steve Howe (guitarrista da banda Yes) – melodia que obliquamente insinua seu drama por trás dos bastidores, enquanto prova que ninguém na banda tinha perdido um passo musicalmente. Em sua terra, o Reino Unido, o single foi no1, enquanto nos EUA, quebrou Top 20 na parada Rock da Billboard. A reação global para o álbum foi um  mais suave. Como eles tinham opinado para algumas das versões mais recentes do grupo, os comentários de Innuendo foram em grande parte mornos, e embora liderando paradas no Reino Unido, chegando a No. 30 nos EUA e alcançando aproximadamente o mesmo pico gráfico de seu antecessor ao mesmo tempo, indo de ouro.

Resultado de imagem para these are the days of our lives videoNada disso enfraqueceu a determinação de Mercury para manter sua doença a nível privado - como ele colocou, "eu não quero que as pessoas comprem música do Queen por simpatia" - ou chegar a impedir de persuadir seus colegas de banda a voltarem ao estúdio para que ele pudesse "manter trabalhando até a última gota ". Essas gravações acabariam por atingir o público com o lançamento do álbum Made in Heaven in 1995, mas Mercury não viveu para ver isso acontecer. Enquanto filmava o vídeo para o single do álbum Innuendo, "These Are the Days of Our Lives", ele não podia mais fingir, disfarçar sua doença, e logo após seu lançamento, ele contatou gerente do Queen, Jim Beach, com a sua decisão de ir a público. Em 23 de novembro de 1991, ele divulgou um comunicado informando o mundo de seu diagnóstico.

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Assim foi sua declaração dirigida ao público --"Na sequência da enorme conjectura na imprensa ao longo das duas últimas semanas, gostaria de confirmar que eu sou HIV positivo e tenho AIDS", escreveu Mercury. "Eu senti que era correto manter esta informação confidencial até à data, para proteger a privacidade das pessoas ao meu redor. No entanto, o tempo chegou agora para os meus amigos e fãs ao redor do mundo para conhecer a verdade e espero que todos se juntem com meus médicos e todos aqueles em todo o mundo na luta contra esta terrível doença. Minha privacidade foi sempre muito especial para mim e eu sou famoso por minha falta de entrevistas. Por favor, compreendam que esta política vai continuar. "

Um dia depois, ele se foi. Em 24 de novembro, Mercury faleceu com 45 anos, deixando para trás um legado musical singular e enfrentando sua mortalidade da mesma maneira que ele fez todo o resto, em seus termos. Na verdade, mesmo que a morte de Mercury solicitava uma reavaliação do seu trabalho, bem como uma discussão pública de seu estilo de vida, mais do que qualquer outra coisa, ele viveu como um artista. Quando ele foi confrontado com a sua própria morte, ele fez a única coisa que ele poderia fazer: ele criou, manteve no direito de fazê-lo até que ele não era mais capaz. Nesse sentido, embora fosse absolutamente único, Mercury também fez parte de uma tradição mais ampla que incluiu uma série de artistas que usaram sua arte para cumprimentar e combater sua mortalidade.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Musical We Will Rock You Br estreia em Março 2016

(FONTE:Queen Brazil facebbook) -  A PÁGINA DO QUEEN BRAZIL É A PÁGINA OFICIAL DO MUSICAL NO BRASIL - ELA É A QUE VAI DAR AS NOTÍCIAS "QUENTINHAS" DO MUSICAL PRA NÓS FÃS ! fiquemos atentos!
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 Sobre o musical - We Will Rock You (abreviado WWRY) é um musical de jukebox baseado nas canções do Queen e nomeado a partir do single homônimo. O musical foi escrito pelo comediante e autor inglês Ben Elton em parceria com os membros do Queen Brian May e Roger Taylor. A montagem Brasileira tem todas as canções em Inglês, mas com os diálogos em Português, bem como adaptações especialmente pensadas para o nosso público! Ou seja: surpresas boas a caminho.
Um pouco sobre o histórico do Musical...
*** Ideia do Musical , como surgiu***
Tudo começou no festival de cinema de Veneza de 1996, onde uma série de curta-metragens sobre o Queen foram mostrados antes do filme "Sleepers -- A Vingança Adormecida", estrelado por Robert De Niro. Os membros da banda Brian May e Roger Taylor conheceram o ator na festa que se seguiu e a ideia nasceu. "É o tempo que as coisas levam", disse De Niro a jornalistas em entrevista coletiva em Londres no lançamento da primeira montagem. De Niro, declarou: "Eu sabia que seria uma ótima idéia adaptar (a música) corretamente para um musical". May e Taylor declararam que o plano original era escrever um espetáculo biográfico. Mas eles abandonaram a ideia e entregaram o script para o comediante britânico Ben Elton.

Resultado de imagem para queen and ben elton Elton tinha terminado de colaborar com Andrew Lloyd Webber no musical "The Beautiful Game", sobre futebol e o conflito da Irlanda do Norte. Então ele embarcou no projeto do Queen. O comediante apareceu com um musical futurista sobre um mundo onde a globalização dita as regras -- todas as pessoas assistem aos mesmos filmes, usam as mesmas roupas e ouvem as mesmas músicas computadorizadas. Os instrumentos musicais foram banidos -- mas a resistência cresceu. E é aí que alguns dos mais memoráveis hinos do rock aparecem. "A música do Queen é extremamente teatral", disse Elton. "Eu tinha esta visão em que 'Matrix' encontra lendas do Rei Arthur que encontram 'Exterminador do Futuro 2"'.
*** ENREDO***
 Lugar: Um planeta antes chamado Terra.
Tempo: Um Futuro distante (ou não tão distante?) FUTURO.
Realidade: A GLOBALIZAÇÃO tem sua máxima expressão. Em todas as partes os jovens vêem os mesmos filmes, vestem as mesmas roupas e têm os mesmos pensamentos e ideais.
É o mundo GA-GA. Um mundo seguro e feliz para todos. Para todos exceto quem ama a música.E no planeta MALL os instrumentos musicais foram todos proibidos. A Companhia GLOBAL SOFT gera as melodias que são escutadas em todo o mundo por meio de downloads para seus computadores. É uma época de grupos de meninos e meninas. Grupos de meninos e meninas onde é impossível diferenciar quem é quem.
Nada se deixa ao azar. Os exitos musicais de cada momento se programam com anos de antecipassão. "Caught in a landslide, no escape from reality". Porém há uma crescente resistência. Por baixo das luminosas cidades se escondem os BOHEMIOS, rebeldes que crêem que uma vez existiu um tempo dourado onde os jovens formavam grupos musicais e compunham suas próprias canções. A Era da RAPSODIA esse era o nome dado aquele tempo."Open your eyes, look up to the skies and see".
Entre eles persiste a lenda de que em algum lugar do planeta MALL se esconde um depósito, no interior de uma rocha ou caverna se escondem alguns místicos instrumentos musicais.

 Os BOHEMIOS seguem esperando a chegada de um homem que descobrirá esse lugar, trará aluz os instrumentos e os redimira do silêncioÉ este o homem que se fez chamar GALILEO? He's just a poor boy. From a poor family".Porém as forças de segurança de GA-GA também procuram GALILEO. Se eles os encontrarem antes, este será entregue a KILLER QUEEN e confinado nos SEVEN SEAS OF RHYE até que não saiba mais quem é. Quem é GALILEO? Realmente existem esses instrumentos perdidos? Onde se encontra o lugar chamado Rocha vivente? "Anywhere the wind blows...".